Grupo da Baixada Santista faz protótipo de máscara para hospitais durante a pandemia da Covid-19

Modelo foi aprovado e, em breve, deve ser produzido em escala

Um grupo da Baixada Santista, formado por representantes do movimento maker (laboratórios de impressão em 3D), desenvolveu o protótipo de uma máscara de proteção que pode ser usada nos hospitais locais durante a pandemia da Covid-19.

A máscara foi impressa em plástico chamado PLA e já foi apresentada a hospitais da região. A ideia é utilizá-la para equipes que atuam na unidade de saúde, como na recepção, na limpeza e nos centros de triagem, para sua segurança e proteção.

No momento, questões legais estão sendo solucionadas como um documento de doação por parte dos fabricantes. Paralelamente, ocorre a mobilização de toda a rede de colaboradores com impressora 3D na Baixada Santista, para dar início à produção em escala.

O desenho da máscara que será fabricada na região partiu do movimento maker global e está sendo usado no hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro e em outras regiões do País.

O modelo local também sofreu mudanças a pedido dos hospitais, o que colaborou com a redução do tempo de impressão das peças e atendeu a requisitos visando a maior cobertura do rosto do usuário.

“Estamos trabalhando juntos e com o mesmo objetivo de ajudar a sociedade num momento que exige a colaboração de todos para o bem de todos. A cultura maker tem essa característica de colaboração em rede e de compartilhar projetos e soluções de forma aberta em prol da sociedade”, explica Niva Silva, coordenador do Ânima Lab, do Centro Universitário São Judas – Campus Unimonte.

Interessados em colaborar com o projeto podem fazer contato por meio do link http://gg.gg/FaceShieldBaixadaSantista