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No dia 22 de setembro, durante o XVII Simpósio Multidisciplinar da Universidade São Judas Tadeu – USJT, o corpo docente do Centro de Extensão apresentou os projetos que visam à inclusão social, ao apoio a jovens infratores e seus familiares e ao combate ao preconceito através do NADI – Núcleo de Atenção à Discriminação e à Intolerância.

 

No simpósio do ano passado foram apresentadas as propostas do Núcleo aos alunos e funcionários da universidade e neste ano foi do conhecimento de todos o resultado dos projetos que foram desenvolvidos ao longo deste primeiro ano.

 

Em janeiro deste ano, professores do Centro de Extensão participaram de um curso na Escola Internacional para o Estudo do Holocausto no Memorial Yad Vashem, em Israel. O objetivo do Memorial é arquivar e lembrar as vítimas judaicas do Holocausto, preservando e ressaltando o respeito pelo outro.

 

Dentre os projetos que compõem a proposta de inclusão social e erradicação do preconceito, o Projeto Quilombo da Fazenda Picinguaba, comunidade localizada em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, é um exemplo que agrega todos os núcleos do Centro de Extensão e pretende retomar e valorizar a cultura quilombola, além de contribuir para torná-la autossustentável.

 

Outro foco é atender aos jovens infratores e seus familiares. A princípio deve-se compreender a realidade desses jovens e coletar dados para identificar as diversas variáveis do fenômeno. Quando são conduzidos a uma das instituições de apoio (CEDECA, CDDH e Fundação  Casa), os adolescentes, bem com suas famílias, recebem atendimento de advogados e psicólogos. Há uma intervenção junto à realidade infracional para ajudar a criar políticas que os incluam no meio social, sem preconceito ou discriminação.

 

A última parte da mesa-redonda contou com a presença de um sobrevivente do Holocausto, Michel Dymetman, que deu seu depoimento a respeito de sua experiência, ao lado do pai, de presenciar o lado mais cruel do ser humano. Ele relatou como os judeus eram tratados pelos militares do SS, exército alemão, a vida dentro do campo de concentração e os motivos pelos quais acredita estar vivo.

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