Letras

Português e Inglês, Licenciatura
Tradutor e Intérprete, Bacharelado

Faculdade de Letras, Artes, Comunicação e Ciências da Educação

Nossos Egressos: por onde andam?

Nossos Egressos: por onde andam?

Contem-nos suas histórias!

Para a universidade, é muito gratificante acompanhar o crescimento pessoal de seus alunos e, posteriormente, o sucesso e a realização de todos na vida e no mercado de trabalho. Com esse intuito, criamos este espaço para divulgar o depoimento de alguns egressos que mantêm contato conosco e que alçaram grandes voos em suas vidas profissionais. Gostaríamos de receber histórias de um número cada vez maior de pessoas cuja permanência na São Judas realizou sonhos e agregou valores importantes no exercício da carreira escolhida. Desde já, queremos felicitá-los pelo brilhantismo com o qual conduziram os estudos e a formação pessoal.

A você, caro egresso dos cursos de Letras, fazemos uma pergunta: por onde anda? Conte-nos sua história...

Leia alguns depoimentos:

 

Prata da casa...

Minha história com a Universidade São Judas começou antes mesmo de eu ingressar no curso de Letras. Frequentava a capela da universidade e o grupo de oração do qual meu irmão fazia parte. Depois que me tornei aluno, os laços com a instituição estreitaram-se ainda mais. Ao longo do curso de Letras, fui monitor do departamento de Marketing e, na sequência, professor do antigo CAAM, hoje CEAM.

Quando terminei a graduação e a licenciatura, trabalhei no projeto chamado PROASF, vinculado ao Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, e permaneci na universidade redigindo as ações desse projeto. No ano seguinte, comecei a fazer o mestrado em Filosofia na própria São Judas e assumi o cargo público de professor efetivo no Estado, ao mesmo tempo em que começava minha carreira como professor do Colégio São Judas Tadeu, em que estou até hoje, há nove anos.

A carreira como docente da USJT começou com um convite do professor Joaquim Fernando Prado Ribeiro, então coordenador do curso de Desenho Industrial, para lecionar a disciplina de Literatura. Com o decorrer dos anos, fui ingressando em outros cursos e, hoje, tenho a felicidade de lecionar no meu curso de origem, Letras, dividindo, como colega de trabalho, espaço com os professores da minha graduação, a quem eu jamais deixaria de chamar de mestres. Essa honra, penso, é uma distinta vitória para os que escolhem o magistério como profissão: retornar à casa em que tudo começou, contribuir com o aprendizado de muitos outros e, sobretudo, retribuir, particularmente, a dedicação e a qualidade de ensino dessa grande instituição, que é a São Judas. Desde que iniciei aqui o curso, nunca mais tive vontade de sair. Hoje, estou perto de concluir o doutorado em Letras e ainda pretendo semear, aqui na USJT, ditosos frutos por muitos anos.

Agradeço muito às pessoas que, nesses anos todos, passaram por minha vida e participaram de minha formação, aos queridos mestres do curso de Letras e a seu coordenador, professor Rosário Antônio D’Agostino, a amizade e o carinho com que sempre me acolheu e para quem dedico o melhor do meu trabalho.

Daniel Paulo de Souza, professor da Universidade São Judas Tadeu

Breve currículo:

O professor Daniel possui graduação e licenciatura em Letras e Mestrado em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu. Atualmente, está concluindo o Doutorado em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É professor de Língua Portuguesa do Colégio São Judas Tadeu e, na Universidade São Judas, leciona diferentes disciplinas ligadas à Língua Portuguesa, à Literatura e à Produção de Textos. Com experiência nas áreas de Letras, Filosofia e Educação, ministra na USJT aulas nos cursos de Letras, Comunicação Social e Design, trabalhando em regime de tempo integral. Faz parte, também, do grupo de trabalho de “Filosofia Francesa Contemporânea”, vinculado a ANPOF (Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia).

 

 

Construindo uma carreira sólida...

Sempre tive muita facilidade no aprendizado de idiomas. Aos 16 anos fui convidada a assumir o cargo de professora em uma franquia bastante renomada. A experiência como professora me ajudou muito, principalmente no vestibular. Optei pelo curso de Tradutor e Intérprete na Universidade São Judas.

Trabalhei alguns anos como sócia e proprietária de uma escola de idiomas e, aos 25 anos, me tornei proprietária da Idiomas e Traduções Anália Franco, uma escola de idiomas e um escritório de tradução. Era a oportunidade de abrir uma nova escola e de criar uma cultura diferente, com uma pedagogia própria, espaço para a utilização de materiais didáticos diversificados e instrumentos de desenvolvimento de competências.

Após alguns anos trabalhando com adolescentes e adultos, percebi a urgência de entender mais profundamente as necessidades pessoais de cada cliente, identificá-las e trabalhá-las, uma a uma. Isso requer conhecimento de diferentes metodologias e formações. Comecei a frequentar cursos e seminários sobre coaching, técnicas de comunicação, aprendizagem acelerada, liderança, motivação, neurociência e neuroeducação, com o intuito de possuir uma formação sólida que me capacitaria a atender diversos públicos.

Hoje, além de ministrar aulas em minha escola e em empresas, ofereço cursos, palestras, workshops e treinamentos que fazem parte do Programa de Desenvolvimento Pessoal, em inglês e em português. Esse Programa tem como objetivo melhorar as habilidades e o conhecimento de nossos clientes e alunos, atendendo as necessidades individuais e corporativas, utilizando uma metodologia diferenciada, um método comunicativo, neurolinguístico.

Com mais de 100 artigos publicados, possuo também três obras nas quais sou coautora: Damas de Ouro, Felicidade 360° e Capital Intelectual. São projetos desenvolvidos por uma editora renomada, que convida coautores a escreverem seus casos de sucesso em diversas áreas. Escrever é compartilhar seu conhecimento, inspirar seu leitor a seguir os sonhos e alcançar o sucesso pessoal.

Meu agradecimento e respeito a todos os Mestres e Professores que passaram por minha vida. Agradeço também a todos os professores, colegas de trabalho e colaboradores o apoio e a dedicação em meu plano de vida!

Kátia Brunetti, ex-aluna do curso de Tradutor e Intérprete

Breve currículo:

Proprietária da Idiomas e Traduções Anália Franco, Kátia atua há 15 anos como professora de idiomas e de literatura (inglês/português/espanhol). Graduada no curso de Tradutor e Intérprete, realiza trabalhos de tradução, interpretação, transcrição e revisão nas áreas de Administração, Autoajuda, Comércio Exterior, Esoterismo, História, Hotelaria, Jornalismo, Marketing, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, Relações Internacionais e Turismo. Reconhecida como especialista em treinamento e em desenvolvimento de professores, consultora de idiomas e pedagoga empresarial, desenvolve um trabalho inspirador e eficaz, focado em resultados, comprometimento e produtividade. Criou o programa Teen Coach, um preparatório para adolescentes e jovens adultos para o mercado de trabalho, envolvendo técnicas de coaching, mapas mentais, oratória, memorização, orientação vocacional e plano de carreira. Como palestrante e escritora, atua nas áreas de PNL, Neurociência, Pedagogia Empresarial, Terapias Holísticas, Liderança, Motivação e Coaching.

 

 

Dedicação e brilhantismo desde o início...

Em 1985, quando ingressei no curso de Letras da Universidade São Judas Tadeu, trabalhava no departamento contábil de uma empresa.

Sempre fui um aluno extremamente dedicado, pois acreditava que meu sucesso profissional não dependeria de um simples diploma, mas dos conhecimentos que iria agregar durante e após o curso. Reservava, então, em média, umas dezesseis horas dos meus fins de semana, não só para revisar as matérias que haviam sido ministradas pelos professores, mas também para aprofundar-me nos tópicos estudados em sala de aula, consultando gramáticas, obras literárias e livros de linguística. Não foram poucas as vezes que aproveitei o horário de almoço e as madrugadas para fazer trabalhos acadêmicos ou para preparar-me para as provas, que, na época, eram bimestrais. Assim, quanto mais estudava, mais me apaixonava pela área das Letras. Como consequência, tinha excelente desempenho nas avaliações. Durante todo o curso, minhas médias ficaram entre 8,5 e 10, o que despertou o interesse dos professores em inserir-me no mercado de trabalho.

Quando terminei o 1º ano, o saudoso professor Nicola Giannini convidou-me para assumir quatro aulas de Língua Portuguesa no Colégio São Judas. Para isso, precisaria ter pelo menos uma manhã livre. Solicitei-a à empresa em que trabalhava, mas o pedido foi negado. Em 1988, quando estava no 4º ano, apresentei ao professor José Carlos Jadon um seminário sobre o latim vulgar. Durante a apresentação, chamei à atenção dois colegas por estarem conversando. O professor Jadon, que já havia gostado da explanação, viu, em minha atitude, competência para dominar a disciplina de uma sala de aula. Ofereceu-me, então, para o ano seguinte, dezoito aulas no período noturno do Colégio São Judas Tadeu. Assim, a partir de 1989, trabalhava durante o dia na empresa, e, à noite, no Colégio. Foi nesse ano que conheci um dos meus melhores amigos: o professor Rosário Antônio D’Agostino, atual diretor de L.A.C.C.E. e coordenador do curso de Letras.

Em 1990, o professor Fábio Teixeira, chefe do departamento de Letras, convidou-me para assumir, aos sábados, as aulas de dependência de Literaturas Brasileira e Portuguesa da Universidade. Sem titubear, aceitei o convite, pois meu sonho era lecionar no ensino superior. Comecei, assim, aos 23 anos, minha carreira de professor universitário. O professor Fábio, entretanto, impôs-me uma condição: deveria fazer o curso de pós-graduação lato sensu. Foi uma época muito intensa para mim: durante a semana, trabalhava, das 7h30min às 18h, na empresa, e, das 19h10min às 22h50min, no colégio; aos sábados de manhã, fazia o curso de pós-graduação em Gramática da Língua Portuguesa, e, à tarde, lecionava para as turmas de DP.

Em 1991, desliguei-me da empresa e assumi trinta aulas no período matutino do Colégio. Passei a dedicar-me exclusivamente ao magistério. Em maio de 1996, o professor Jadon assumiu a direção das Faculdades de Ciências Humanas e Sociais, indicando-me para substituí-lo no curso de Administração. Assim, a cada ano, fui assumindo mais aulas em diferentes cursos da Universidade, o que me obrigou a sair do Colégio em 2002.

Em 2007, concluí meu mestrado, e, em 2010, meu doutorado, desenvolvendo, à luz da Semiótica, pesquisas sobre os discursos de Jesus.

Passaram quase trinta anos. A única coisa que posso dizer é que a São Judas é grande parte da minha vida. Tudo o que tenho a ela devo. Aqui tive excelentes mestres, dentre os quais permanecem até hoje na instituição meus grandes amigos Verinha e Jadon. Aqui conheci também minha amada esposa Márcia. Aqui estuda meu querido filho Jairo Júnior, acadêmico dedicado. Aqui tenho meus estimados alunos, a quem ensino e com quem muito aprendo.

Jairo Postal, professor da Universidade São Judas Tadeu

Breve currículo:

O professor Jairo é Doutor em Letras (2010) pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição em que obteve também o título de mestre em Letras (2007). Especialista em Gramática da Língua Portuguesa (1992) e graduado em Letras (1988) - português/inglês - pela Universidade São Judas Tadeu. Professor da Universidade São Judas Tadeu há 23 anos, lecionando atualmente Introdução aos estudos linguísticos para o curso de Letras, Língua Portuguesa para os cursos de Direito, de Secretariado Executivo, de Psicologia, de Ciências Contábeis e de Ciências Econômicas, e Linguagem e Comunicação para os cursos de Comércio Exterior e de Administração de Empresas. Autor dos livros Noções elementares de linguística, Linguagem, língua e comunicação e Formas de comunicação e expressão em língua portuguesa.

 

 

Mergulho no mundo da tradução...

Nunca havia pensado em Tradução e Interpretação e costumo dizer que a profissão me escolheu. Já havia tentado, sem sucesso, jornalismo e estava no início do meu curso de Letras em outra instituição quando a Universidade São Judas me chamou para cursar Tradutor e Intérprete e, sem hesitar, fui.

Ao longo da minha graduação na São Judas, realmente me apaixonei por tradução e pela instituição. Tive o prazer de ser, por dois anos, monitor-professor do curso de inglês oferecido pelo CEAM aos graduandos da universidade e de participar do Programa Voluntário de Iniciação Científica. Essas duas experiências e um contato amigável e próximo aos professores do curso ajudaram a colocar a universidade em um lugar especial na minha vida.

Terminei a graduação em 2009 e, dois anos depois, fui convidado a trabalhar na instituição como Assistente no Laboratório de Línguas. Assumir essa posição me ajudou ainda mais a adotar a São Judas como "casa". Conhecer, sob outro ponto de vista, o curso de Tradutor e Intérprete e poder trabalhar auxiliando os professores que me formaram foi gratificante. Acabei ficando um curto período de tempo no cargo porque, desde 2007, já fazia traduções como autônomo e projetos novos e grandes apareceram, escassearam meu tempo e precisei deixar o cargo, mas não a universidade. Cursei, em 2011 e 2012, a Pós-Graduação em Língua Inglesa: experiência mais enriquecedora que tive enquanto prática e teoria de ensino e uso de língua inglesa.

Minha carreira como tradutor teve início em 2007, quando comecei a traduzir textos para uma ONG de proteção de animais e a fazer pequenos trabalhos para uma agência. No fim desse mesmo ano, comecei a traduzir livros para uma editora e, a partir daí, a trabalhar com mais agências, editoras e clientes diretos. Entre 2008 e 2011, trabalhei como redator para uma empresa de TI e Marketing. Hoje, sou tradutor contratado de uma empresa estrangeira em regime home office, autônomo em tempo integral, continuo trabalhando para clientes diretos, agências e editoras e mantendo a paixão pela área inteira, isto é, traduzir, revisar, escrever, lecionar, criar etc. Mantenho também alguns hobbies: ler teorias de tradução, livros de ficção, fazer cursos EAD (novo!), escutar noticiários em rádios de língua inglesa, traduzir no chão de aeroportos e não fazer nada, às vezes.

Se tenho a agredecer? Sim, e muito. Agradecer, em especial, aos deliciosos trabalhos de análise estilística e de redação, às divertidíssimas aulas de interpretação, às incríveis aulas de língua inglesa. Agradecer, sem dúvida, a todos os mestres do curso de Tradutor e Intérprete que, durante aqueles quatro anos e alguns outros mais, participaram da minha formação acadêmica e profissional. Agradecer, em especial, a Lilian Fernandes dos Santos, mestra, amiga e fonte da qual bebo, e também a São Judas, onde me sinto em casa.

Juliano dos Anjos, ex-aluno do curso de Tradutor e Intérprete

Breve currículo:

Juliano dos Anjos é graduado em Tradução e Interpretação pela Universidade São Judas Tadeu em 2009, participante do Programa Voluntário de Iniciação Científica em 2008-09 com a monografia "Estilo, opção, obrigação ou equivalência: uma brevíssima análise da perda tradutória" e pós-graduado em Língua Inglesa pela mesma instituição em 2012 com monografia entitulada “O verbal no imagético: uma análise da prática de tradução intersemiótica”. Tradutor do par En<>Pt-Br para a empresa estrangeira Fusion Media; tradutor, revisor e redator autônomo, tem seu nome na tradução de mais de 15 livros de assuntos diversos (programação a autoajuda), trabalha para agencias de tradução e clientes diretos no Brasil e no exterior em áreas diversas, mas tem seu foco inicial em TI, marketing, economia, maquinário e humanidades em geral. Abriu recentemente com 3 amigos de graduação a LingoHaus, início de um grande sonho tradutório. 

 

Vocação para a sala de aula...

Depois de 15 anos dedicados aos filhos, a casa e a algumas aulas particulares de inglês, lecionadas em um quartinho pequeno no fundo do quintal, resolvi que já era hora de voltar à sala de aula. Assim começou minha história com a Universidade São Judas.

Em 2005, regressei a uma sala de aula, agora como aluna, buscando "um algo a mais". Queria que meus planos e sonhos, até então escritos apenas em uma folha de papel, se tornassem reais. Aos poucos fui adaptando-me, pois, após tanto tempo afastada, não era fácil enfrentar a vida acadêmica. Fui descobrindo um universo de conhecimento que nem imaginava. Tinha como meta montar meu próprio material didático em língua inglesa e um curso diferenciado. Na universidade, fiz amigos, convivi com pessoas de experiências enriquecedoras e comecei a perceber que era capaz de superar meus limites e de criar minha própria estrada. No segundo ano do curso de Letras, fui convidada a participar do Learning Center, minha primeira experiência como professora em uma sala de quase 50 alunos (até então, o maior número de alunos que havia enfrentado em uma sala de aula eram 2, e em minha casa), um desafio que soube enfrentar graças ao apoio dos coordenadores e professores. Lecionei no Learning Center primeiro na Unidade Mooca, depois na Unidade Butantã, durante todo o curso de graduação em Letras, até o término da licenciatura. Foi nesse período que consegui, com a ajuda das aulas práticas, aperfeiçoar minha metodologia, discutir e debater com profissionais experientes o que realmente tinha de ser modificado e compreendi que o ensino deve acompanhar sua época e inovar.

Sempre com o apoio dos mestres, estudei, pesquisei, participei ativamente de todas as atividades e adquiri um olhar profissional. Paralelamente, eu continuava a lecionar aulas particulares em alguns horários alternativos, arrecadando o máximo de informação e acumulando experiências para meu almejado projeto. No curso de graduação, adquiri um olhar diferenciado, com um poder maior de percepção do que era realmente essencial em meu trabalho. A Universidade São Judas forneceu-me todas as ferramentas de atuação para o mercado atual. Posso dizer que, quando o aluno finaliza a graduação nessa universidade, está realmente preparado para ser atuante na carreira. Você se sente seguro de suas habilidades e convicto de sua jornada.

Ao passo que cresci, meu projeto também cresceu e hoje se tornou uma escola própria. Graças a todo apoio, conhecimentos e experiências que obtive (principalmente nos estágios e no Learning Center), a TAG LANGUAGES saiu do papel. Com duas sedes, a mais nova foi inaugurada há dois meses em um shopping de serviços, “The Square Open Mall”, localizado na Granja Vianna, Cotia, São Paulo. Além do inglês, trabalho com professores também das áreas de japonês, espanhol, tradução e português. Trata-se de um projeto ambicioso, pois reconheço que concorro com as grandes escolas do mercado, mas, com a formação recebida durante meu curso na Universidade São Judas, minhas ideias contidas naquele papel tornaram-se, efetivamente, cursos, salas de aula e material didático. Hoje, trabalho na área de meus sonhos e tenho alunos com diferentes conhecimentos e idades. Neste exato momento, possuo novos papéis com outras anotações. Quais? Bem, essa nova história ficará para um outro dia, mas, com certeza, sempre terá a Universidade São Judas como coautora.

Tânia Aguiar, ex-aluna do curso de Letras

 

Unidade Mooca - R. Taquari, 546 - Mooca - São Paulo/SP - CEP 03166-000 | Unidade Butantã - Av. Vital Brasil, 1000 - Butantã - São Paulo/SP - CEP 05503-001

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