Biblioteca - Profª Alzira Altenfelder Silva de Mesquita

Autor: Natália Gaspareto
Título(s): [pt] Consumo proteico em idosos de São Caetano do Sul: quantidades, refeições e alimentos fontes.
Resumo: Gaspareto N. Consumo proteico em idosos de São Caetano do Sul: quantidades, refeições e alimentos fontes [Dissertação de Mestrado em Ciências do Envelhecimento]. São Paulo: Universidade São Judas Tadeu; 2017. Introdução: O consumo proteico em idosos está associado à prevenção ou ao risco de desfechos adversos, em especial a sarcopenia. Objetivo: Avaliar o consumo proteico em idosos do município de São Caetano do Sul em relação à quantidade, refeições e alimentos fontes. Métodos: Estudo transversal descritivo realizado com 295 idosos usuários de centros para terceira idade e unidades de saúde do Município de São Caetano do Sul. Foram coletados dados sociodemográficos, econômicos, de saúde, antropometria e consumo alimentar. O consumo proteico em gramas e gramas por quilograma de peso, por fonte alimentar e refeição foi obtido pelo recordatório de 24 horas. A inadequação da ingestão de proteína e micronutrientes teve como ponto de corte a necessidade média estimada (Estimated Average Requirement). Foram realizadas análises descritivas e inferencial. Utilizouse o teste Mann-Whitney para comparação entre grupos. Resultados: A mediana do consumo proteico foi 67g e 1,05g/kg, e a proporção do consumo de proteína animal para vegetal foi de 2:1. A prevalência de inadequação proteica foi de 8,5%, e na faixa de menor consumo proteico (‹0,8g/kg) foram identificadas as maiores prevalências de inadequação para micronutrientes. O almoço foi a refeição que mais contribuiu com o aporte proteico (40%). Os alimentos que tiveram a maior contribuição relativa proteica no café da manhã foram os laticínios e panificação, e as carnes no almoço e jantar. Obsevou-se que 33% dos idosos consumiram menos que 25g de proteína no almoço, 67% no jantar e 98% no café da manhã. Conclusão: As estratégias para otimizar o consumo proteico em idosos visando a prevenção da sarcopenia devem considerar a quantidade, qualidade e distribuição proteica em refeições que componham uma alimentação equilibrada e saudável.
Abstract: [en] Gaspareto N. Protein intake in the older adults from São Caetano do Sul: quantities, meals, and food sources [MS- Aging Studies Program]. São Paulo: São Judas Tadeu University; 2017. Introduction: Protein intake in older adults is associated with the prevention or risk of adverse health outcomes, especially sarcopenia. Objective: Evaluate dietary protein intake in older adults from the city of São Caetano do Sul, SP, Brazil in terms of quantity, meals, and food sources. Methods: A cross-sectional descriptive study was carried out among 295 older adults participating in Senior Centers and receiving care in health care units in São Caetano do Sul. Socio-demographic, economic, health, anthropometric, and food consumption data were collected. Protein intake measured in grams and grams per kilogram of body weight, per food source, and per meal was based on 24-hour dietary recall interviews (24HR). Inadequate protein and micronutrient intake was determined using the Estimated Average Requirement (EAR) cut-off point method. Descriptive and inferential statistics were used to analyze the data. The Mann-Whitney test was used to compare differences between groups. Results: The median protein intake was 67g and 1.05g/kg, and the ratio of animal protein to vegetable protein intake was 2:1. The prevalence of inadequate protein intake was 8.5%, and the prevalence of inadequate micronutrient intake was the highest when protein intake was the lowest (‹0.8g/kg). Lunch was the highest-protein meal (40%). Breakfast foods with the highest protein content were dairy and bakery products; meats were the foods with the highest protein content eaten at lunch and dinner. It was found that 33% of the older adults consumed less than 25g of protein at lunch, 67% at dinner, and 98% at breakfast. Conclusion: Strategies to optimize protein intake among older adults to prevent sarcopenia should consider protein quantity, quality, and distribution across meals to achieve a healthy, balanced diet.
Titulação: Mestrado em Ciências do Envelhecimento
Orientador (a): Profa. Dra. Rita de Cássia de Aquino
Banca

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Assuntos: Proteínas na dieta, Envelhecimento, Consumo de alimentos
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