Biblioteca - Profª Alzira Altenfelder Silva de Mesquita

Resumo

Autor: Flávio Luiz Teixeira
Título(s): [pt] A crítica de David Hume à religião
Resumo: [pt] David Hume é considerado um dos grandes filósofos do Iluminismo e o maior representante do empirismo inglês, corrente do pensamento que advoga que apenas podemos conhecer aquilo que entra em contato com nossos sentidos através da experiência. Para Hume, a filosofia deveria então ser baseada em nossas observações cotidianas, sendo útil ao homem, tentando afastar ao máximo as incertezas, que apenas fariam aumentar a superstição. A superstição e o fanatismo vão encontrar na religião sua maior aliada, sendo certo que esta ainda tem o inconveniente de interferir diretamente na vida humana, ditando condutas e até mesmo atentando contra a vida de indivíduos. Desta forma, Hume passa a criticar a religião, demonstrando que suas origens estão localizadas em nossa natureza humana muito mais que em um suposto ente sobrenatural divino. Ademais, a existência de tal divindade não poderia ser comprovada através do conhecimento humano, uma vez que não temos nenhuma experiência do mesmo. Não sendo possível considerar a religião a detentora de verdades absolutas, passaria ela a ser um ato de fé pessoal, uma escolha do indivíduo e não uma obrigação imposta. Entretanto, se a religião já não pode reclamar uma legitimidade para ditar nosso comportamento moral, criar-se-ia um vácuo que deve necessariamente ser preenchido, e Hume vai encontrar o fundamento para nossa moralidade novamente em nossa natureza humana. É através de nossos sentimentos, mais precisamente de nossa simpatia para com nossos semelhantes, que atingiremos uma moral laica e universal, justamente porque baseada em nossa natureza humana e não em dogmas, que divergem em cada religião.
Abstract: [en] David Hume è considerato uno dei grandi filosofi dell’Illuminismo e il più alto rappresentante dell’empirismo inglese, corrente di pensiero che sostiene che noi possiamo sapere che cosa viene a contatto con i nostri sensi attraverso l’esperienza. Per Hume, la filosofia dovrebbe essere in base alle nostre osservazioni di tutti i giorni, è utile per l’uomo, cercando di mantenere al meglio le incertezze che non farebbe che aumentare la susperstizione. La superstizione e il fanatismo nella religione, troverà il suo più grande alleato, visto che ha ancora l’inconveniente di interferire direttamente nella vita umana, dettando comportamenti e perfino violare la vita degli individui. Così, Hume procede a criticare la religione, a dimostrazione che le sue origini si trovano nella nostra natura umana molto più che in un sovrannaturale presunto essere divino. Inoltre, l’esistenza di una tale divinità non può essere dimostrada attraverso la conoscenza umana, dal momento che non hanno alcuna esperienza di esso. Non potendo considerare la religione detiene la verità assoluta, sarebbe un atto di fede personale, la scelta di un individuo e non un obbligo. Tuttavia, se la religione non può più rivendicare la legitimità di dettare il nostro comportamento morale, si creerebbe un vuoto che deve necessariamente essere riempito, e Hume si trova il fondamento della nostra schiena moralià nella nostra natura umana. E’atrraverso i nostri sentimenti, più precisamente dalla nostra simpatia per gli altri esseri umani, raggiungeremo uma morale universale laico, proprio perché la nostra natura umana, basata non su dogmi, che differiscono in ogni religione.
Titulação: Mestre em Filosofia
Orientador (a): Monique Hulshof
Assuntos: [pt] Hume, David
[pt] Empirismo
[pt] Religião
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