Faculdade de Tecnologia e Ciências Exatas
Universidade São Judas Tadeu

Curso de Engenharia Mecânica

COMISSÃO ORGANIZADORA




 

Prof. Angelo Sebastião Zanini – Diretor da FTCE - USJT

Prof. Júlio César Lucchi – Coordenador do Curso de Engenharia Mecânica da USJT

Prof. Carlos Burri – Coordenador do Projeto Baja SAE - USJT

Prof. Selmo Bernardo Torquetto – Consultor Técnico do Projeto Baja SAE - USJT



EQUIPE 2016


Integrantes da Equipe
Capitão Mario Sérgio Vita Filho
Chassi: Lider Leandro Vassoler Alves dos Reis
Waldeir Pereira de Souza
Wesley Freire dos Santos
Guilherme Bardella
Transmissão: Lider Tiago Tomas Parice
Fernando Romero Santos
Larissa de Oliveira Florencio
Vagner Boldi
Suspensão: Lider Francisco Alves da Silva Junior
Guilherme Ribeiro Artico
Felipe Oliveira da Silva
Thiago Biju
Acionamentos: Lider Luiz Roberto Urbano Júnior
Eric Henrique de Souza Teles
Victor Augusto Bachega Messias
Rafael Brito
Gustavo Oliveira
Elétrica: Lider Willian Thiago Martin Mackowiak
Juliana Barros

EQUIPE 2015


Integrantes da Equipe
Capitão Paulo Henrique Vieira Santos
Chassi: Lider Leandro Vassoler Alves dos Reis
Waldeir Pereira de Souza
Transmissão: Lider Lucas Jacinto de Oliveira
Tiago Tomas Parice
André Pedreschi
Suspensão: Lider Rafael Brandão de Oliveira
Francisco Alves da Silva Junior
Guilherme Ribeiro Artico
Direção: Lider Mario Sérgio Vita Filho
Victor Augusto Bachega Messias
Acionamentos: Lider Rafael Kratzer do Nascimento
Fernando Andalécio Garzim
Luiz Roberto Urbano Júnior
Elétrica: Lider Willian Thiago Martin Mackowiak
Juan Venâncio Kunigonis
Marcos Edilson Silva Machado

CLIQUE NOS ITENS ABAIXO PARA SABER MAIS SOBRE O BAJA







    1. HISTÓRICO

  • O projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, sob a direção do Dr. John F. Stevens, sendo que a primeira competição ocorreu em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE BRASIL. Em 1994, a SAE BRASIL lançou o Projeto Baja SAE BRASIL.

    No ano seguinte, em 1995, foi realizada a primeira competição nacional, na pista Guido Caloi, bairro do Ibirapuera, em São Paulo. No ano seguinte a competição foi transferida para o Autódromo de Interlagos, onde ficou até o ano de 2002. A partir de 2003 a competição passou a ser realizada em Piracicaba, interior de São Paulo, no ECPA – Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo.

    Desde 1997 a SAE BRASIL também apóia a realização de eventos regionais do Baja

    SAE BRASIL, através de suas Seções Regionais. Desde então dezenas de eventos foram realizados em vários estados do país como Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

    2. O PROJETO BAJA SAE

  • O projeto Baja SAE é um desafio lançado aos estudantes de engenharia que oferece a chance de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, visando incrementar sua preparação para o mercado de trabalho. Ao participar do projeto Baja SAE, o aluno se envolve com um caso real de desenvolvimento de projeto, desde sua a concepção, projeto detalhado e construção. No Brasil o projeto recebe o nome de Projeto Baja SAE BRASIL.

    3. A COMPETIÇÃO BAJA SAE

  • Os alunos que participam do Projeto Baja SAE devem formar equipes que representarão a Instituição de Ensino Superior ao qual estão ligados. Estas equipes são desafiadas anualmente a participar da Competição Baja SAE, evento que reúne os estudantes e promove a avaliação comparativa dos projetos. Além da competição Baja SAE BRASIL, ocorrem ainda competições regionais nomeadas como Etapa Sul, Sudeste e Nordeste.

    O programa extracurricular Baja SAE tem o objetivo de contribuir para a formação profissional do estudante de engenharia. Nesse programa, os alunos da equipe trabalham no projeto, fabricação e teste de veículos baja – protótipos off-road, monoposto e robusto – visando participar das competições BAJA SAE BRASIL regional e nacional, promovidas pela SAE (Sociedade dos Engenheiros de Mobilidade).

    Os alunos participantes vivenciam o conhecimento adquirido em sala de aula, aplicando ferramentas de projeto utilizadas na indústria. Durante todas as atividades vinculadas ao projeto do veículo, os estudantes devem trabalhar em grupo para a solução de problemas em diversas áreas do conhecimento em engenharia, desenvolvendo assim características imprescindíveis ao mercado de trabalho, como capacidade inovadora, visão estratégica e habilidade de trabalhar em equipe.

    4. PREMISSAS DO PROJETO

  • Para participar da Competição Baja SAE BRASIL, cada equipe deve projetar e construir um veículo protótipo, fora de estrada (off-road), monoposto, robusto, visando comercialização ao público entusiasta e não profissional. O veículo deve ser seguro, facilmente transportado e de simples manutenção e operação. Deve ser capaz de vencer terrenos acidentados em qualquer condição climática sem apresentar danos.

    Durante a competição, cada equipe visa ter seu projeto aceito por um fabricante fictício. Os alunos devem trabalhar em equipe em todas as fases do projeto (projeto, construção, testes, promoção e operação), desenvolvendo um veículo que respeite as regras impostas. Tudo deve ser feito sempre respeitando as prioridades académicas.

    5. ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA COMPETIÇÃO

  • Para o projeto, o desenvolvimento e a fabricação do veículo de competição Baja SAE, os estudantes de uma equipe são distribuídos em várias áreas do conhecimento, que podemos classifica basicamente em: Estrutura, Rodados e Acabamento; Eletrônica, Instrumentação e Controle; Freios e Acionamentos; Gestão e Marketing; Suspensão e Direção; e Transmissão e Motor. O veículo é então avaliado em por especialistas da SAE, nos aspectos estáticos e dinâmicos.

    5.1 AVALIAÇÕES ESTÁTICAS
    Subdivididas nos quesitos: Inspeção Técnica e de Segurança, Verificação de Motor e Avaliação de Projeto, as avaliações estáticas visam determinar se o veículo obedece às normas de segurança descritas no regulamento, verificar a rotação do motor e julgar as considerações de engenharia e os processos utilizados no desenvolvimento de cada sistema, respectivamente.

    5.2 AVALIAÇÕES DINÂMICAS
    Subdivididas em testes de: aceleração, velocidade máxima, tração, suspensão e enduro de resisténcia, as avaliações dinâmicas visam: medir a capacidade do veículo de transferir poténcia útil na forma de aceleração, medir a maior velocidade alcançada pelo protótipo em 70m (de acordo com o nível regional da competição), testar a capacidade de manobras e tração do carro e, por fim, reavaliar todos os itens acima durante o enduro.

    6. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO VEÍCULO

  • O veículo deve ser atrativo ao mercado consumidor pelo seu visual, desempenho, confiabilidade e facilidade de operação e manutenção. Além disso, deve ser fabricado com ferramental padrão, requerendo pouca ou nenhuma mão-de-obra especializada. A operação segura do veículo deve ser uma consideração essencial na definição do projeto.

    6.1 CONFIGURAÇÃO DO VEÍCULO
    O veículo deve ter quatro ou mais rodas e ser capaz de transportar pessoas com até 1,90m (6ft 3in) de altura, pesando 113,4kg (250lbs). Veículos com trés rodas são expressamente proibidos.

    6.2 DIMENSÕES MÁXIMAS DO VEÍCULO
    Largura: 1,62m (64 in), medida entre os pontos de maior largura, com os pneus apontando para frente. Comprimento: irrestrito. Contudo os circuitos construídos para os Baja SAE baseiam-se em protótipos de 2,75m de comprimento. Veículos que excederem esta dimensão poderão ser incapazes de operar em alguns percursos. Caso isso ocorra, os mesmos serão excluídos do evento em questão.

    6.3 CAPACITAÇÃO PARA O TERRENO
    Inspirados pela riqueza de conhecimentos e experiências multidisciplinares presentes em nossa Universidade, propomos aqui a implantação do Projeto Baja SAE – USJT, cujo objetivo principal será integrar docentes e alunos de diversos cursos, visando o projeto, o desenvolvimento e a fabricação de um veículo que atenda às especificações mínimas para participar da Competição Baja SAE BRASIL.

    Nossa visão é de que tal projeto contribuirá de forma imediata para a formação técnica e social dos nossos futuros profissionais, além de contribuir para elevar mais ainda o nível de excelência de ensino da USJT.

    7. PROPOSIÇÃO

  • Inspirados pela riqueza de conhecimentos e experiências multidisciplinares presentes em nossa Universidade, propomos aqui a implantação do Projeto Baja SAE — USJT, cujo objetivo principal será integrar docentes e alunos de diversos cursos, visando o projeto, o desenvolvimento e a fabricação de um veículo que atenda às especificações mínimas para participar da Competição Baja SAE BRASIL.

    Nossa visão é de que tal projeto contribuirá de forma imediata para a formação técnica e social dos nossos futuros profissionais, além de contribuir para elevar mais ainda o nível de excelência de ensino da USJT.

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